Escolher os nossos amigos é tão importante como escolher quem somos.
Existem vários tipos de amigos, para diferentes ocasiões, para diferentes estados de espírito etc.
Por vezes um amigo desconhecido, fabricado no momento de uma situação conjunta,um relâmpago de simpatia e união, dá-nos força para ir em frente.
Tenho a sorte de ter grandes amigos do peito, e não poderia viver sem eles certamente. Aqueles que eu trago todos os dias comigo. Posso passar anos sem os ver e continuam em mim.
São então as pessoas a quem damos as ferramentas para cuidarem de nós ou para nos destroçarem conforme queiram. Porque passam a ter poder emocional sobre nós, gera-se confiança. Partilha-se, dá-se e recebe-se instintivamente.
Mesmo aqueles que se afastam, que vimos ao passar muitos anos. Conservamos a mesma imagem, sempre nos lembrámos da pessoa com aquela roupa mais caracteristica da altura, uma cor, um cheiro ou até a forma de rir. Seriamos com certeza diferentes se eles não tivessem entrado na nossa vida numa certa altura.
Também ha aqueles que apesar de se mostrarem arrogantes, que jogam joguinhos de poder, contam vantagem, tento agradá-los partindo do príncipio que alguma coisa da minha parte falhou.
Mas talvez a selecção de pessoas seja como a memória: tao importante tê-la como saber deixar para trás o que não interessa.
Não através de julgamento de suas vidas, mas porque simplesmente não nos serve, não nos agrada ou faça sentir bem, independentemente até se os consideramos alguém de valor.
Assim aos que vou conservando da minha selecção, que me fizeram e fazem bem todos os dias.
O maior dos abraços
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
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