De todas essas análises a mais interessante é a de reconhecer o belo aos meus olhos. Há um lugar em mim, próximo da nuca que me faz identificar,um arrepio até aos braços que vai e volta sucessivamente, mesmo através do espasmo muscular: o belo. Posso não entender muito a obra em questão( o caso de Euler com a expressão
, não a compreendo como um matemático mas a minha nuca estala só de ver a explicação)
Não acontece todos os dias mas além de vermos tantas coisas bonitas por aí, há obras que nos tocam sem sabermos porquê mais que outras como a Guernica (Picasso), um Dalí (o mais emocionante para mim) até com um colega a tocar numa sala. Uma paixão vinda de uma necessidade de vibrar que entra sem bater a porta.
Cada vez que conheço alguém que me faz muito bem, descubro uma música maravilhosa como Chico Buarque, A sonata para piano em solM de Ravel, o livro as Memórias de Adriano de Marguerite Yourcenar (como algo pode ser tão belo!!!!!)
entre outras coisas: penso como foi possível viver até aqui, sem elas.
Um comentário:
Oi linda....somos parecidas neste aspecto..
Porém sou meio moleca ainda apesar da minha idade então em geral são músicas infantis, kkkkkkk
Super teu blog
bjs
Ly
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